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<title>People Now -  Sua fonte de notícias e entretenimento</title>
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<description>Informações de qualidade e imparcial</description>
<language>pt-br</language>
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<title>PM do Rio reforça policiamento durante jogos da seleção brasileira</title>
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<description>Na Fan Fest, na Praia de Copacabana, mais de 200 policiais militares terão apoio do patrulhamento com motocicletas.</description>
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<media:description type="plain">© Tânia Rêgo/Agência Brasil</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>Os locais de grande concentração de torcedores terão reforço no policiamento durante os jogos da Seleção Brasileira no Rio de Janeiro. Segundo a Polícia Militar (PM) fluminense, a corporação “vai mobilizar um amplo aparato policial e tecnológico para garantir a segurança”.</p>

<p>Neste sábado (13), quando o Brasil estreia na Copa do Mundo 2026, nos Estados Unidos, contra o Marrocos, às 19h, no estádio MetLife Stadium, em Nova Jersey, as unidades operacionais e especializadas da PM vão atuar em diversos bairros da cidade do Rio e em municípios da Baixada Fluminense, da região metropolitana, Costa Verde e do interior do estado.</p>

<p>Na região da Grande Tijuca, na zona norte da capital, 246 policiais militares do 6º BPM reforçarão a segurança nos eventos organizados nas ruas Jorge Rudge, Pereira Nunes e Zulmira, além do tradicional Alzirão, na Tijuca, que há 48 anos, recebe milhares de torcedores nos jogos da Copa do Mundo.</p>

<p>Na zona sul, mais 200 policiais militares estarão mobilizados na segurança dos torcedores que acompanharão os jogos transmitidos em um telão na Fan Fest, na Praia de Copacabana, altura da Avenida Princesa Isabel.</p>

<p>A região terá ainda o reforço no patrulhamento com motocicletas, além de 20 viaturas e a presença de policiais dos batalhões de Ações com Cães e de Rondas Especiais e Controle de Multidões.</p>


<p>“As equipes de motociclistas realizarão rondas em toda a extensão da Avenida Atlântica, na orla da praia de Copacabana, com o objetivo de ampliar a sensação de segurança para moradores, turistas e torcedores, além de atuar na prevenção e repressão aos crimes de roubo e furto”, informou a PM.</p>


<p>O planejamento operacional também prevê o emprego de recursos tecnológicos, monitoramento em tempo real e reforço do policiamento ostensivo em áreas de grande circulação de pessoas, garantindo pronta resposta a eventuais ocorrências e contribuindo para que a população possa acompanhar os jogos com tranquilidade e segurança.</p>]]></content:encoded>
<category>Geral</category>
<dc:creator>Douglas Corrêa - Repórter da Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Davi Arraz</dc:publisher>
<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 20:35:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Governo anuncia construção de 85 mil moradias do Minha Casa Minha Vida</title>
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<description>Cinquenta mil imóveis terão destinação rural e 35 mil atenderão a quem reside em zona urbana.</description>
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<media:description type="plain">© Valter Campanato/Agência Brasil</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal anunciou na tarde desta sexta-feira (12) as propostas selecionadas para a construção de 85 mil novos imóveis do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) nas modalidades Rural e Entidades (moradias urbanas).</p>

<p>Cinquenta mil imóveis terão destinação rural e 35 mil atenderão a quem reside em zona urbana. O número de moradias é 66% acima da previsão inicial. As residências serão financiadas pelo Fundo de Desenvolvimento Social (FDS). O valor total do investimento é R$ 10 bilhões.</p>

<p>A modalidade MCMV Entidades atende famílias com renda total de até R$ 3,2 mil (valor bruto). O acesso ao benefício se dá por meio de associações de moradores, cooperativas habitacionais e sindicatos que submetem a proposta de construção de casas e apartamentos à Caixa Econômica Federal.</p>

<p>Para a coordenadora do Movimento de Trabalhadoras e Trabalhadores por Direitos (MTD), Ângela Cristina Ferreira, a modalidade Entidades do MCMV desburocratiza a construção de residências e consegue estabelecer diálogo “na ponta” com pessoas em “extrema de vulnerabilidade”, possibilitando o acesso a “casas com boa qualidade”.</p>

<h2>Para quem abastece a mesa</h2>

<p>No caso do MCMV Rural, há recursos para construção ou reforma de moradias de agricultores com renda familiar bruta anual de até R$ 50 mil. O programa – que também atende comunidades tradicionais, como indígenas e quilombolas – viabiliza que os agricultores construam casas em terrenos onde moram.</p>

<p>A presidente da Confederação Nacional de Trabalhadores Rurais e Agricultores e Agricultoras Familiares (Contag), Vânia Marques, ressalta que a modalidade Rural do MCMV é extremamente impactante. Segundo a representante da Contag, ainda é comum nessas regiões a falta de eletricidade, de estradas asfaltadas e de políticas públicas mais acessíveis.</p>

<p>Para a liderança, a iniciativa faz justiça social. “Porque somos nós que carregamos diariamente uma missão estratégica para a nação. Somos nós que produzimos alimentos saudáveis. Somos nós que abastecemos a mesa do povo brasileiro.”</p>

<h2>Alma do programa</h2>

<p>As entidades representativas de movimentos rurais e de movimentos de moradia participaram de solenidade para o anúncio do financiamento com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Palácio do Planalto, em Brasília.
 
“Vocês que estão aqui hoje são a alma desse programa. São os verdadeiros protagonistas que fazem com que essas casas cheguem à população e às famílias que mais precisam”, disse Lula.</p>

<p>O presidente da República assinalou que o anúncio da construção de novos imóveis atende à demanda dos movimentos sociais, e pediu que esses sejam atuantes na execução do programa. “O que vocês cobram não é injusto. Vocês sabem que fomos eleitos para cumprir o que programamos.”</p>]]></content:encoded>
<category>Política</category>
<dc:creator>Gilberto Costa - Repórter da Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Davi Arraz</dc:publisher>
<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 20:35:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Comissão aprova proibição de leilão e penhora de espaços culturais tombados</title>
<link>https://www.peoplenow.com.br/noticia/comissao-aprova-proibicao-de-leilao-e-penhora-de-espacos-culturais-tombados</link>
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<description>O projeto de lei segue em análise na Câmara dos Deputados</description>
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<media:description type="plain">Vinicius Loures / Câmara dos Deputados</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1281826" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1281826">
<div class="midia-creditos">Thiago Cristino / Câmara dos Deputados</div>
<div class="media-wrapper"></div>
<div class="midia-legenda">Sâmia Bomfim, relatora do projeto de lei</div>
</div>
<p>A Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 66/2026, do deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), que proíbe a penhora, o leilão e outras formas de expropriação de imóveis indispensáveis à preservação de bens tombados ou de patrimônios culturais imateriais reconhecidos pelo poder público.</p>
<p>A vedação vale sempre que o ato puder:</p>

comprometer a continuidade, a integridade ou a autenticidade do bem cultural;
alterar o uso do espaço de forma incompatível com sua função cultural; e
descaracterizar social, simbólica, econômica ou funcionalmente a prática protegida.

<p>A regra vale para execuções fiscais, trabalhistas, cíveis ou administrativas, contra entes públicos ou privados. O projeto busca proteger o chamado "espaço cultural essencial", o imóvel público ou privado com função indispensável para a manutenção desses bens tombados.</p>
<p>Se já houver processo judicial ou administrativo de penhora ou leilão sobre um desses bens, o juiz ou a autoridade competente é obrigado a suspender a ação de forma imediata.</p>
<p>A medida pode ser determinada de ofício ou a pedido do Ministério Público, do órgão de proteção ao patrimônio cultural ou de entidade representativa da comunidade envolvida.</p>
<p>A suspensão não impede a apuração da dívida. O projeto determina que sejam priorizadas soluções alternativas, como negociação, parcelamento ou compensação. Qualquer decisão que afaste a suspensão deverá ser expressamente fundamentada, sob pena de nulidade.</p>
<p>Exceções
O projeto admite exceções à proibição, porém somente se forem cumpridos cumulativamente os seguintes requisitos:</p>

parecer técnico favorável do Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) ou de órgão cultural competente;
estudo de impacto cultural, social e econômico, com participação da comunidade;
autorização expressa do Poder Legislativo correspondente — Congresso Nacional, Assembleia Legislativa, Câmara Legislativa ou Câmara Municipal —, conforme o nível de reconhecimento do bem.

<p>O estudo de impacto cultural deverá avaliar a historicidade da prática, os vínculos sociais e identitários com o espaço, a possibilidade real de continuidade em outro local e os impactos sobre trabalho e renda. A ausência de qualquer requisito torna o ato nulo.</p>
<p>Alternativas à expropriação
O poder público deverá priorizar saídas que preservem o espaço cultural, como a renegociação de dívidas, a transferência da gestão do imóvel para associações ou cooperativas da comunidade e a celebração de convênios ou parcerias voltadas à sustentabilidade do bem protegido.</p>
<p>Lindbergh Farias citou a ameaça de leilão do imóvel da Feira de São Cristóvão, no Rio de Janeiro — sede do Centro Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas, reconhecido por lei federal como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil —, como exemplo do problema que o projeto busca resolver.</p>
<div id="image-container-1281828" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1281828">
<div class="midia-creditos">Vinicius Loures / Câmara dos Deputados</div>
<div class="media-wrapper"></div>
<div class="midia-legenda">Lindbergh citou a ameaça de leilão do imóvel da Feira de São Cristóvão, no Rio</div>
</div>
<p>Para a relatora, deputada Sâmia Bomfim (Psol-SP) o projeto assegura, na prática, a continuidade das manifestações culturais. "A eventual alienação ou descaracterização desses espaços não representa apenas uma mudança de titularidade patrimonial, mas pode implicar a ruptura de vínculos históricos, sociais e simbólicos que sustentam determinadas práticas culturais", disse.</p>
<p>Sâmia Bomfim afirmou que as alternativas propostas pelo projeto, como a renegociação de dívidas, a gestão compartilhada e a celebração de parcerias, oferecem uma perspectiva equilibrada entre a proteção do patrimônio cultural e a viabilidade econômica dos espaços envolvidos, buscando o diálogo e o consenso.</p>
<p>Próximos passos
A proposta ainda será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.</p>

<a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a>

]]></content:encoded>
<category>Política</category>
<dc:creator>Agência Câmara Notícias</dc:creator>
<dc:publisher>Davi Arraz</dc:publisher>
<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 19:35:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Comissão aprova proposta que reconhece certificação de bombeiro mergulhador</title>
<link>https://www.peoplenow.com.br/noticia/comissao-aprova-proposta-que-reconhece-certificacao-de-bombeiro-mergulhador</link>
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<description>Proposta segue em análise na Câmara</description>
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<media:description type="plain">Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1281794" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1281794">
<div class="midia-creditos">Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</div>
<div class="media-wrapper"></div>
<div class="midia-legenda">Delegado Fabio Costa, relator da proposta</div>
</div>
<p>A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 2734/25, do deputado Sargento Portugal (Pode-RJ), que reconhece em todo o país a certificação de bombeiro mergulhador expedida pelos Corpos de Bombeiros Militares. O texto permite o uso dessa formação em atividades civis de mergulho profissional, públicas ou privadas.</p>
<p>A proposta estabelece que a certificação terá validade legal em todo o território nacional. Ela valerá para o exercício de atividades de mergulho profissional, desde que sejam observadas as normas técnicas e de segurança previstas na legislação vigente e pelas entidades civis competentes.</p>
<p>O texto também condiciona o reconhecimento à apresentação do certificado de conclusão do curso, da grade curricular e do registro de conclusão publicado em boletim interno da corporação.</p>
<p>Além disso, o projeto determina que o certificado contenha, no mínimo: identificação do militar e do curso; carga horária; conteúdo programático; data de realização e aprovação; e assinatura da autoridade militar responsável.</p>
<p>Pelo texto, o bombeiro mergulhador militar certificado poderá pedir o registro junto às entidades certificadoras profissionais. Essas entidades deverão aceitar a equivalência da formação, salvo exigência de complementação curricular, conforme normas específicas do setor.</p>
<p>Formação rigorosa
Sargento Portugal afirmou que a formação nos Corpos de Bombeiros Militares é rigorosa e, muitas vezes, tem exigência superior à de cursos civis equivalentes. Segundo ele, a proposta busca corrigir uma lacuna legal. O deputado diz que o objetivo é permitir que a experiência técnica desses profissionais seja aproveitada também no setor privado.</p>
<p>Para o relator, deputado Delegado Fabio Costa (PP-AL), a proposta impacta positivamente o moral da tropa, reforça a atratividade da carreira militar e contribui para a estabilidade institucional das corporações ao assegurar uma “porta de saída” estruturada e previsível. "A padronização mínima de formação e a valorização das competências adquiridas no serviço militar dialogam diretamente com os objetivos da Política Nacional de Defesa e da Estratégia Nacional de Defesa", disse.</p>
<p>Próximos passos
O projeto ainda será analisado, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>
]]></content:encoded>
<category>Política</category>
<dc:creator>Agência Câmara Notícias</dc:creator>
<dc:publisher>Davi Arraz</dc:publisher>
<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 18:35:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>STF rejeita alterar decisão que vetou revisão da vida toda</title>
<link>https://www.peoplenow.com.br/noticia/stf-rejeita-alterar-decisao-que-vetou-revisao-da-vida-toda</link>
<guid isPermaLink="true">https://www.peoplenow.com.br/noticia/stf-rejeita-alterar-decisao-que-vetou-revisao-da-vida-toda</guid>
<description>Supremo formou maioria de votos nesta sexta-feira (12). Votação virtual será finalizada daqui a uma semana.</description>
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<media:description type="plain">© Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria de votos nesta sexta-feira (12) para negar alterações na decisão da Corte que rejeitou a revisão da vida toda das aposentadorias do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).</p>

<p>O entendimento foi formado no julgamento virtual de um recurso protocolado na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 2.111. A votação virtual será finalizada na próxima sexta-feira (19).</p>

<p>Até momento, foram proferidos sete votos para rejeitar os embargos de declaração protocolados pela Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos (CNTM).</p>

<p>A entidade defendeu que a revisão da vida toda seja aplicada nos processos que foram ajuizados até o dia 21 de março de 2024, data na qual o Supremo reviu seu próprio entendimento e vetou a revisão.</p>

<p>Antes do veto, uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) também garantiu aos aposentados o direito à revisão.</p>

<h2>Votos</h2>

<p>Ao rejeitar o recurso da CNTM, o relator do caso, ministro Nunes Marques, disse que o recurso pretende rediscutir matéria que já foi exaustivamente debatida.</p>

<p>“Não conheço dos quartos embargos de declaração opostos pela Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos. Considerando também que a questão já foi exaustivamente deliberada por este tribunal, determino a certificação do trânsito em julgado e o arquivamento imediato”, votou o ministro.</p>

<p>O voto do relator foi seguido pelos ministros Cristiano Zanin,  Cármen Lúcia, Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Flávio Dino e Luiz Fux.</p>

<p>Dias Toffoli apresentou voto favorável à revisão. Para o ministro, o direito deve ser reconhecido para processos ajuizados entre 16 de dezembro de 2019, data da decisão do STJ, e 5 de abril de 2024, data de publicação da decisão do STF na ADI 2.111.</p>

<h2>Mudança</h2>

<p>Em março de 2024, o STF derrubou o entendimento da própria Corte que autorizou a revisão da vida toda de aposentadorias do INSS.</p>

<p>A reviravolta do caso ocorreu durante o julgamento da ação de inconstitucionalidade contra a Lei dos Planos de Benefícios da Previdência Social (Lei 8.213/1991).</p>

<p>Por 6 votos a 5, o STF decidiu que os aposentados não têm direito de optarem pela regra mais favorável para recálculo do benefício.</p>

<p>A mudança de entendimento ocorreu porque os ministros julgaram a ação, e não o Recurso Extraordinário 1.276.977 no qual os aposentados ganharam o direito à revisão.</p>

<p>Em 2022, quando o Supremo estava com outra composição plenária, foi reconhecida a revisão da vida toda, permitindo que aposentados que entraram na Justiça pudessem pedir o recálculo do benefício com base em todas as contribuições feitas ao longo da vida.</p>

<p>O STF reconheceu que o beneficiário poderia optar pelo critério de cálculo que renda o maior valor mensal, cabendo ao aposentado avaliar se o cálculo de toda vida pode aumentar ou não o benefício.</p>

<p>Segundo o entendimento, a regra de transição feita pela reforma da Previdência de 1999, que excluía as contribuições antecedentes a julho de 1994, quando o Plano Real foi implementado, pode ser afastada caso seja desvantajosa ao segurado.</p>

<p>Os aposentados pediram que as contribuições previdenciárias realizadas antes de julho de 1994 sejam consideradas no cálculo dos benefícios. Essas contribuições pararam de ser consideradas em decorrência da reforma da Previdência de 1999, cujas regras de transição excluíam da conta os pagamentos antes do Plano Real.</p>]]></content:encoded>
<category>Justiça</category>
<dc:creator>André Richter - Repórter da Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Davi Arraz</dc:publisher>
<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 18:35:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Tabata Amaral pede sugestões a projeto contra a misoginia em debate em São Paulo</title>
<link>https://www.peoplenow.com.br/noticia/tabata-amaral-pede-sugestoes-a-projeto-contra-a-misoginia-em-debate-em-sao-paulo</link>
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<description>Texto amplia punições para crimes praticados na internet e deve ser votado antes do recesso parlamentar</description>
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<media:description type="plain">Ettore Chiereguini / Câmara dos Deputados</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1281761" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1281761">
<div class="midia-creditos">Ettore Chiereguini/Câmara dos Deputados</div>
<div class="media-wrapper"></div>
<div class="midia-legenda">Participantes de evento do programa Câmara pelo Brasil realizado em São Paulo</div>
</div>
<p>A coordenadora do grupo de trabalho da Câmara dos Deputados que analisa o projeto de criminalização da misoginia (<a class="linkProposicao" href="https://www.camara.leg.br/noticias/1266776-projeto-equipara-misoginia-ao-racismo-e-preve-pena-maior-em-casos-de-violencia-domestica">PL 896/2023</a>), deputada Tabata Amaral (PSB-SP), apresentou em São Paulo as mudanças já sugeridas para a proposta e pediu que as participantes do encontro continuem enviando sugestões. A parlamentar espera que o texto seja votado pela Câmara dos Deputados antes do recesso parlamentar de julho.</p>
<p>Tabata Amaral apresentou o projeto durante evento do programa Câmara pelo Brasil. <a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1280794-criminalizacao-da-misoginia-relatora-apresenta-nova-versao-do-projeto-de-lei/">No último dia 10, ela divulgou a versão que propõe para o texto aprovado pelo Senado</a>. A versão final deverá ser entregue ao grupo de trabalho no próximo dia 16 para discussão e votação.</p>
<p>O texto aprovado pelo Senado equipara a misoginia ao racismo. Com isso, o crime passa a ser inafiançável e imprescritível. A proposta prevê pena de dois a cinco anos de reclusão para crimes cometidos contra mulheres em razão do gênero.</p>
<p>Discursos de ódio
Uma das mudanças sugeridas por Tabata Amaral é a punição de grupos que disseminem ódio contra mulheres na internet.</p>
<p>“Uma das atualizações que estou propondo em relação ao projeto do Senado é olhar para a questão da monetização, da articulação em grupos de ódio em rede, mas também a questão da influência. Está muito claro para a gente que o ódio às mulheres é uma forma que muitos influenciadores encontraram de atrair a atenção para vender seus cursos. E isso é ainda mais grave”, disse.</p>
<p>Na versão apresentada pela deputada, quem induzir ou incitar a misoginia em ambiente virtual poderá receber pena de um a três anos de prisão, além de multa. Se houver intenção de obter vantagem econômica, a pena será aumentada. A proposta também prevê a suspensão da conta utilizada para cometer o crime.</p>
<div id="image-container-1281760" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1281760">
<div class="midia-creditos">Ettore Chiereguini / Câmara dos Deputados</div>
<div class="media-wrapper"></div>
<div class="midia-legenda">Djamila Ribeiro elogiou construção coletiva da proposta que considera fundamental para proteção das mulheres</div>
</div>
<p>Mudança cultural
A procuradora do Ministério Público de São Paulo Fabíola Sucasa, que participou do debate, defendeu a criminalização da misoginia. Ela afirmou, porém, que a punição sozinha não resolve o problema e que a proposta deve contribuir para uma mudança cultural.</p>
<p>“A punição é necessária, mas não é a única solução, ela faz parte de um dos pilares de enfrentamento à violência contra as mulheres. Por isso, é muito importante que a consciência coletiva abrace a necessidade de repelir qualquer forma de discriminação e violência contra as mulheres”, afirmou.</p>
<p>A filósofa Djamila Ribeiro também afirmou que o ódio contra mulheres ainda está presente na sociedade brasileira. Segundo ela, o debate público ajuda a construir mecanismos de proteção e enfrentamento dessa realidade.</p>
<p>“Eu acho muito importante quando a população consegue participar dessas conversas, porque se constrói coletivamente um instrumento que é de fundamental importância para proteção das mulheres. A gente vive em um país, infelizmente, com muito ódio às mulheres que ousam sair desse lugar que é imposto pelo patriarcado”, disse.</p>
<p> </p>
<div id="infografico-container-1169919" style="width: 100%;"></div>
<p> </p>
<p> </p>
]]></content:encoded>
<category>Política</category>
<dc:creator>Agência Câmara Notícias</dc:creator>
<dc:publisher>Davi Arraz</dc:publisher>
<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 17:35:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Fachin defende STF após Itália apontar parcialidade no caso Zambelli</title>
<link>https://www.peoplenow.com.br/noticia/fachin-defende-stf-apos-italia-apontar-parcialidade-no-caso-zambelli</link>
<guid isPermaLink="true">https://www.peoplenow.com.br/noticia/fachin-defende-stf-apos-italia-apontar-parcialidade-no-caso-zambelli</guid>
<description> </description>
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<media:description type="plain">© Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, demonstrou nesta sexta-feira (12) preocupação com a decisão da Corte de Cassação da Itália que negou a extradição da ex-deputada Carla Zambelli para o Brasil.</p>

<p>Fachin disse que o Supremo atuou com independência e imparcialidade no julgamento do caso. Além disso, o presidente do STF ressaltou que o devido processo legal e a ampla defesa foram garantidos à ex-deputada.</p>


<p>“A presidência do Supremo Tribunal Federal acompanha com preocupação a recente decisão proferida pela justiça italiana em matéria relacionada à cooperação jurídica entre os dois países, ressaltando que esta Corte vem atuando com marcante deferência aos Estados estrangeiros quando examina pedidos de extradição”, disse.</p>


<p>O presidente também defendeu a atuação do ministro do STF Alexandre de Moraes.</p>

<p>“No caso em questão, foi oferecida denúncia pela Procuradoria-Geral da República pela prática de crimes de invasão a dispositivo informático e falsidade ideológica. A denúncia foi recebida por unanimidade pela Primeira Turma, que referendou as decisões monocráticas do eminente relator, ministro Alexandre de Moraes”, completou.</p>

<h2>Sentença</h2>

<p>No dia 22 de maio, o tribunal italiano, última instância daquele país, rejeitou o pedido do governo brasileiro para extraditar a ex-parlamentar. Após a decisão, Zambelli foi libertada e aguarda o desfecho do processo na Itália. </p>

<p>A sentença escrita foi divulgada na manhã de hoje. </p>

<p>Os magistrados italianos apontaram a parcialidade do ministro Alexandre de Moraes para julgar o caso. De acordo com a sentença, Moraes agiu como “juiz e vítima” ao atuar como relator da ação penal que condenou Zambelli. </p>

<p>Ela foi condenada pela Primeira Turma do Supremo a 10 anos de prisão pela invasão ao sistema eletrônico do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ocorrido em 2023.</p>

<p>De acordo com as investigações, Zambelli foi a autora intelectual da invasão para emissão de um mandato falso de prisão contra o ministro. </p>

<p>Antes da execução da pena, Zambelli fugiu para a Itália, e o governo brasileiro solicitou a extradição. Ela tem dupla cidadania. </p>

<h2>Espanha</h2>

<p>A extradição de Zambelli é a segunda a ser rejeitada após solicitação do governo brasileiro de Moraes. </p>

<p>Em dezembro do ano passado, a Justiça da Espanha negou definitivamente o pedido do governo brasileiro para extraditar o blogueiro Oswaldo Eustáquio, investigado pelo STF pela acusação de envolvimento em atos antidemocráticos.</p>

<p>De acordo com a decisão da Justiça espanhola, Eustáquio não pode ser enviado para o Brasil porque é alvo de uma investigação com "motivação política". O caso também é relatado pelo ministro. </p>

<p>O blogueiro estava com mandado de prisão em aberto no Brasil desde 2020 e fugiu para o país europeu em meio às investigações que apuraram a suspeita de que ele atuou para impulsionar ataques extremistas contra o STF e o Congresso por meio das redes sociais.</p>]]></content:encoded>
<category>Justiça</category>
<dc:creator>André Richter - Repórter da Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Davi Arraz</dc:publisher>
<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 17:35:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Governo vai defender retomada de obras da Transordestina junto ao TCU</title>
<link>https://www.peoplenow.com.br/noticia/governo-vai-defender-retomada-de-obras-da-transordestina-junto-ao-tcu</link>
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<description>“Nós vamos trabalhar junto ao TCU para liberar o mais rápido possível", disse o vice-presidente Geraldo Alckmin.</description>
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<media:description type="plain">© Valter Campanato/Agência Brasil</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>O vice-presidente Geraldo Alckmin disse nesta sexta-feira (12) que vai defender, junto ao Tribunal de Contas da União (TCU), a retomada das obras da ferrovia Transnordestina no trecho entre Salgueiro e o Porto de Suape. O percurso fica entre os municípios pernambucanos de Ipojuca e Cabo de Santo Agostinho, na Região Metropolitana do Recife.</p>

<p>Em maio, a corte suspendeu a contratação das obras do trecho até a apresentação de estudos que indiquem a viabilidade do empreendimento. O pedaço da malha ferroviária foi retomado como obra pública depois de ter sido devolvido pela Transnordestina Logística S.A. (TLSA), em 2022.</p>

<p>“Nós vamos trabalhar junto ao TCU para liberar o mais rápido possível, porque esse trecho da Transnordestina que vem para a Suape já está licitado e contratado. É só o TCU dar o ok que as obras podem começar”, disse Alckmin, durante a inauguração do novo terminal de contêineres da APM Terminals, no Complexo Industrial Portuário de Suape.</p>

<p>A obra ferroviária é considerada estratégica pelo governo, que argumenta que a intervenção promove o desenvolvimento regional, a redução de custos logísticos e a geração de empregos.</p>

<p>O processo em tramitação no TCU relacionado à Transnordestina envolve a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e o Ministério dos Transportes.</p>

<p>A corte de contas determinou que os envolvidos não assumam novos compromissos financeiros relacionados à retomada da construção do trecho, até que sejam demonstrados corretamente a pertinência e o benefício socioeconômico do projeto.</p>

<p>Na decisão, datada do dia 6 de maio, o órgão deu ainda o prazo de 30 dias para que a Infra S.A., responsável pela licitação do empreendimento, apresente um plano de ação atualizado para a conclusão de um Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA). O estudo utilizado para a obra foi elaborado em 2017.</p>

<p>“Isso [a entrega do estudo] pode ser concluído depois. Eu acho que é possível a gente poder avançar e ir já tocando as obras”, completou o vice-presidente.</p>

<p>No dia 28, o TCU determinou novos ajustes no processo de repactuação da concessão da Transnordestina, impondo restrições ao uso de recursos destinados à reestruturação da malha ferroviária.</p>

<p>A corte de contas proibiu que valores provenientes de indenizações e conversão de multas sejam utilizados para cobrir obrigações antigas da concessionária. Os recursos deverão ser destinados exclusivamente a novos investimentos na ferrovia.</p>

<h2>Novo terminal de contêineres</h2>

<p>Nesta sexta-feira, Alckmin participou da inauguração do novo terminal de contêineres da APM Terminals, empresa do grupo dinamarquês Maersk. Com capacidade inicial para movimentar cerca de 400 mil TEUs, termo em inglês usado para a medida padrão de um contêiner de 20 pés, o novo terminal amplia a capacidade de movimentação do complexo pernambucano em 55%.</p>

<p>Com operação totalmente eletrificada, o terminal recebeu investimentos de mais de R$ 2 bilhões. Além disso, a operação tem potencial de expansão para mais de 1,3 milhão de TEUs anuais.</p>

<p>“O terminal portuário é o primeiro do país e da América Latina 100% eletrificado, o que mostra preocupação com a questão ambiental”, afirmou Alckmin.</p>



<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image"><div class="dnd-atom-rendered">
            
        
    </div><div class="dnd-caption-wrapper">
 Vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, durante cerimônia de entrega oficial do 1º Terminal 100% Elétrico da América Latina da APM Terminals. Foto: Cadu Gomes/VPR
</div></div>

<p>O vice-presidente também assinou, junto com o prefeito do Recife, Victor Marques, ordens de serviço para o início das obras de drenagem e urbanização dos canais da Mauricéia, no Ipsep, e do Sanbra, na Estância. </p>

<p>As obras fazem parte do pacote de investimentos do Ministério das Cidades para a prevenção de riscos de desastres e a adaptação climática das cidades brasileiras e contribuirão para o fim de alagamentos nos bairros Jardim São Paulo e Ribeira. Serão investidos mais de R$ 60 milhões por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), com recursos municipais e do Orçamento Geral da União (OGU).</p>

<p>Com o ministro dos Portos e Aeroportos, Tomé Franca, Alckmin também participou da assinatura da ordem de serviço para início da dragagem e readequação da infraestrutura aquaviária do Porto do Recife. A obra contará com investimento federal de R$ 93,5 milhões, com execução prevista até dezembro de 2026.</p>

<p>Também foi formalizado o repasse de R$ 14,5 milhões para a substituição e a modernização das defensas dos berços de atracação do porto, estruturas responsáveis pela proteção das embarcações e dos cais durante as operações portuárias.</p>]]></content:encoded>
<category>Economia</category>
<dc:creator>Luciano Nascimento - repórter da Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Davi Arraz</dc:publisher>
<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 17:35:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Comissão aprova regras para uniformes e veda vestimentas que violem a dignidade do empregado</title>
<link>https://www.peoplenow.com.br/noticia/comissao-aprova-regras-para-uniformes-e-veda-vestimentas-que-violem-a-dignidade-do-empregado</link>
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<description>O projeto de lei segue em análise na Câmara dos Deputados</description>
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<media:description type="plain">Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<div id="image-container-1281705" class="image-container" style="float: none; margin: 45px 0px; width: 100%;" data-midia="1281705">
<div class="midia-creditos">Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados</div>
<div class="media-wrapper"></div>
<div class="midia-legenda">Deputada Rogéria Santos, relatora</div>
</div>
<p>A Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT – <a class="linkLegislacao" href="https://www2.camara.gov.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-5452-1-maio-1943-415500-norma-pe.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Decreto-Lei 5.452/43</a>) para garantir que os padrões de uniforme respeitem a dignidade, a integridade e a liberdade do trabalhador.</p>
<p>De acordo com o texto aprovado, os parâmetros estéticos dos uniformes deverão ser proporcionais à finalidade da atividade exercida. A proposta proíbe expressamente a diferenciação estética com objetivos meramente econômicos e veda a imposição de roupas que causem riscos ergonômicos, físicos ou ambientais sem necessidade técnica.</p>
<p>O texto aprovado é uma nova versão (substitutivo) do Projeto de Lei 230/26, elaborada pela relatora, deputada Rogéria Santos (Republicanos-BA).</p>
<p>A proposta original, da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), proibia qualquer uniforme que expusesse o corpo de forma indevida ou que fosse incompatível com a natureza do trabalho. Também determinava que as normas internas das empresas sobre uniformes deveriam observar critérios como conforto e respeito à diversidade corporal.</p>
<p>Autonomia
Rogéria Santos optou por uma redação que preserva a autonomia das empresas na gestão da força de trabalho. “A finalidade deve ser a de vedar que o empregador exija dos empregados o uso de vestimentas incompatíveis com a finalidade da atividade, e não aprovar uma legislação moralizante que imponha uma visão específica da sociedade.”</p>
<p>Apesar das mudanças, a relatora manteve o objetivo de evitar a objetificação dos trabalhadores. “Não é admissível que o empregador simplesmente exija de seus colaboradores que façam uso de vestimentas que permitam a sua sexualização”, disse Rogéria Santos.</p>
<p>Atualmente, a CLT define que cabe ao empregador definir o padrão de vestimenta dos empregados, sendo permitida a inclusão no uniforme de logomarcas da própria empresa ou de empresas parceiras e de outros itens de identificação relacionados à atividade desempenhada.</p>
<p>Próximos passos
A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada agora pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado e, depois, ser sancionada pela presidência da República.</p>

<a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a>

]]></content:encoded>
<category>Política</category>
<dc:creator>Agência Câmara Notícias</dc:creator>
<dc:publisher>Davi Arraz</dc:publisher>
<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 16:35:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Estudo indica desafios das políticas de combate ao trabalho infantil</title>
<link>https://www.peoplenow.com.br/noticia/estudo-indica-desafios-das-politicas-de-combate-ao-trabalho-infantil</link>
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<description>Políticas públicas nos últimos anos se mostram insuficientes diante dos 1,65 milhão de menores em situação de trabalho infantil no Brasil.</description>
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<media:description type="plain">© Valter Campanato/Agência Brasil</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>Levantamento do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e Proteção a Adolescentes no Trabalho (FNPETI) mapeou mais de 130 iniciativas federais voltadas a crianças e adolescentes. Apesar da retomada de políticas públicas nos últimos anos, elas se mostram insuficientes diante dos 1,65 milhão de menores em situação de trabalho infantil no Brasil.</p>

<p>A publicação Políticas Públicas Federais para Infâncias, Adolescências e Juventudes entre 2024 e 2025: Prevenção e Enfrentamento ao Trabalho Infantil e Promoção do Trabalho Protegido para Adolescentes, divulgada nesta sexta-feira (12), Dia Mundial e Nacional de Combate ao Trabalho Infantil, reúne ainda dados orçamentários e análise das políticas e programas mapeados.</p>

<p>“O Brasil não alcançou a meta de erradicação das piores formas de trabalho infantil prevista nos ODS [Objetivos de Desenvolvimento Sustentável] e isso mostra que ainda estamos longe de garantir proteção integral para todas as crianças e adolescentes”, disse, em nota, a secretária-executiva do FNPETI, Katerina Volcov. A meta 8.7 dos ODS estabelecia a erradicação das piores formas de trabalho infantil até 2025.</p>

<p>Segundo o fórum, a análise aponta que a existência de programas e diretrizes não garante, por si só, resultados concretos. A entidade mencionou que questões relacionadas ao financiamento, à execução orçamentária e à coordenação e diálogo entre órgãos federais continuam sendo obstáculos para a efetividade das políticas públicas.</p>

<p>Volcov avalia ainda que o enfrentamento do problema precisa ser prioridade permanente do Estado brasileiro, ressaltando que 1,65 milhão de crianças e adolescentes têm seus direitos violados. Segundo a PNAD Contínua 2024, do IBGE, o Brasil registra 1,65 milhão de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos em situação de trabalho infantil. O número representa aumento de 34 mil casos em relação ao ano anterior.</p>

<p>O estudo destacou também o desequilíbrio na relação entre investimentos e garantia de direitos.</p>


<p>“Embora crianças e adolescentes representem cerca de 24% da população brasileira, os investimentos destinados a esse público correspondem a menos de 2,5% do PIB (Produto Interno Bruto - riqueza produzida no país), segundo estudo do Ipea e do Unicef utilizado como referência pelo levantamento”, divulgou o fórum, em nota.</p>


<h2>Interrupção de políticas</h2>

<p>O caso das Ações Estratégicas de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (AEPETI) é apontado, pelo fórum, como um dos exemplos evidentes dos impactos da descontinuidade das políticas públicas. Segundo o levantamento, a ação orçamentária do programa deixou de constar nos Projetos de Lei Orçamentária Anual entre 2020 e 2024.</p>

<p>Quando retornou ao orçamento federal, em 2024, a previsão era de R$ 3,6 milhões para todo o país, o que representava cerca de R$ 2 por criança e adolescente ao ano. Em 2016, o investimento havia alcançado R$ 83,9 milhões. No final de 2025, foi anunciada a destinação de valores anuais de R$ 79,2 milhões para as AEPETI.</p>


<p>“As AEPETI têm papel importante na articulação das redes locais de proteção. Quando o financiamento é interrompido, os municípios perdem capacidade de identificar casos, acompanhar famílias e desenvolver ações preventivas de forma continuada”, avaliou a assessora técnica do FNPETI, Izabela Ramos. </p>


<p>Para o FNPETI, o desafio dos próximos anos é garantir continuidade, financiamento adequado e articulação intersetorial das políticas públicas voltadas à proteção integral de crianças e adolescentes. “Além de ampliar recursos, é preciso assegurar uma governança comprometida, com transparência e continuidade às políticas públicas”, concluiu Katerina Volcov.</p>]]></content:encoded>
<category>Direitos Humanos</category>
<dc:creator>Camila Boehm - Repórter da Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Davi Arraz</dc:publisher>
<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 16:35:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>OIT aprova acordo por condições decentes a trabalhadores de apps</title>
<link>https://www.peoplenow.com.br/noticia/oit-aprova-acordo-por-condicoes-decentes-a-trabalhadores-de-apps</link>
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<description>É o primeiro conjunto de regras mínimas globais para proteger prestadores de serviço contratados por meio de aplicativos digitais</description>
<media:content url="https://www.peoplenow.com.br/uploads/images/2026/06/oit-aprova-acordo-por-condicoes-decentes-a-trabalhadores-de-apps1781292973.jpg" medium="image">
<media:description type="plain">© Rovena Rosa/Agência Brasil</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>Os estados-membros da Organização Internacional do Trabalho (OIT) aprovaram, nesta sexta-feira (12), um inédito acordo para promover o trabalho decente nas plataformas digitais.</p>

<p>A nova Convenção Internacional Sobre o Trabalho Decente na Economia de Plataformas é uma tentativa da OIT de estabelecer um primeiro conjunto de regras mínimas globais para proteger prestadores de serviço contratados por meio de aplicativos digitais que conectam clientes a profissionais autônomos.</p>

<p>O texto aprovado define o conceito de plataformas digitais de trabalho, bem como o de trabalhadores destes aplicativos. Estabelece diretrizes para garantir os direitos dos trabalhadores, aplicáveis a todas as empresas que operem nos países que ratificarem a adesão à convenção, além de admitir que, embora gere oportunidades de emprego e renda, a modalidade de trabalho também produz desafios socioeconômicos que precisam ser enfrentados em nível mundial.</p>

<p>Os signatários do acordo deverão respeitar e promover, entre o segmento, as liberdades de associação e sindical e o direito à negociação coletiva e às condições de trabalho seguro e saudável, buscando prevenir acidentes de trabalho e doenças ocupacionais. Também devem possibilitar que todo profissional receba ao menos o equivalente a um salário mínimo local, sem levar em conta eventuais gorjetas ou comissões.</p>

<p>Os estados-membros que ratificarem o acordo também se comprometem a adotar as ações necessárias para eliminar, da Economia de Plataformas, as formas de trabalho infantil, degradante e análogo à escravidão e toda forma de discriminação ocupacional. E a promover mecanismos para contestação de decisões e a estabelecer a obrigatoriedade de os trabalhadores serem de alguma forma compensados por eventuais gastos relacionados à prestação do serviço ofertado.</p>

<p>"Este é um momento histórico”, informou a OIT, ao se referir ao texto aprovado esta manhã, pouco antes do encerramento da Conferência Internacional do Trabalho, em Genebra, na Suíça.</p>

<p>“Esta primeira norma internacional do trabalho sobre a economia de plataformas representa um passo importante para abordar um segmento do mundo do trabalho em rápida evolução”, acrescentou a organização.</p>

<p>O texto aprovado destaca que, diante das especificidades da prestação de serviços intermediada por plataformas digitais, “é desejável a adoção de normas específicas que, com outras normas internacionais, contribuam para tornar realidade o trabalho decente” no segmento.</p>]]></content:encoded>
<category>Economia</category>
<dc:creator>Alex Rodrigues - Repórter da Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Davi Arraz</dc:publisher>
<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 16:35:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Concorrência do etanol e subvenção fazem preço da gasolina cair</title>
<link>https://www.peoplenow.com.br/noticia/concorrencia-do-etanol-e-subvencao-fazem-preco-da-gasolina-cair</link>
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<description>Em maio, combustível foi maior impacto de alívio na inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).</description>
<media:content url="https://www.peoplenow.com.br/uploads/images/2026/06/concorrencia-do-etanol-e-subvencao-fazem-preco-da-gasolina-cair1781289375.jpg" medium="image">
<media:description type="plain">© Rovena Rosa/Agência Brasil</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>A concorrência com o etanol e ações do governo para subsidiar combustíveis fizeram a gasolina ficar mais barata nos postos. Em maio, o preço recuou 1,46%, representando o produto que mais puxou para baixo a inflação oficial do mês.</p>

<p>O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de maio ficou em 0,58%, conforme divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta sexta-feira (12).</p>

<p>O comportamento do preço da gasolina significou impacto de -0,08 ponto percentual (p.p.) no IPCA do mês.</p>

<p>A queda segue dois meses de alta, provocada pelo conflito no Oriente Médio, que causou disrupção na cadeia internacional do petróleo, encarecendo derivados como a gasolina e o óleo diesel em praticamente todo o mundo.</p>

<p>Veja o comportamento do preço da gasolina no Brasil depois do início do conflito, em 28 de fevereiro:
 </p>


	
		
			Março
			4,59%
		
		
			Abril
			1,86%
		
		
			Maio
			-1,46%
		
	


<p>O analista do IBGE Fernando Gonçalves aponta que o etanol ficou 6,2% mais barato em maio, sendo o segundo produto que mais puxou para baixo o IPCA. “Caiu por conta de uma disponibilidade maior”, contextualiza.</p>

<p>Gonçalves explica que o produto está mais rentável e isso faz com que os produtores disponibilizem a safra de cana mais para a produção do etanol em detrimento ao açúcar.</p>

<p>Com mais etanol no mercado, menor o preço de venda. “Com etanol mais barato, a gasolina, por concorrência, acaba também reduzindo o preço”, completa.</p>

<p>O Brasil tem grande parte da frota de automóveis flex, o que permite o motorista escolher entre gasolina ou etanol na hora em que chega ao posto de combustível.</p>

<h2>Subvenção</h2>

<p>O outro elemento que ajudou a derrubar o preço da gasolina é a política de subvenção adotada pelo governo, uma espécie de reembolso para produtores e importadores do combustível.</p>

<p>A medida é uma das formas de o governo evitar que a escalada no custo dos derivados de petróleo cause choque de preços no Brasil.</p>

<p>A subvenção, atualmente em R$ 0,44 por litro, é o valor que o governo paga aos agentes do mercado, em troca do repasse do “desconto” aos consumidores finais.</p>

<p>Na prática, é como se o governo devolvesse às refinarias e importadores parte dos tributos federais cobrados sobre os combustíveis, como Programa de Integração Social (PIS), Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide).</p>

<p>A medida contribuiu para diminuir o impacto de um aumento recente anunciado pela Petrobras, principal produtora de gasolina do país. A estatal reajustou o preço em R$ 0,48, mas apenas o valor de R$ 0,04 foi repassado ao consumidor.</p>

<h2>Diesel</h2>

<p>A política de subvenção também foi aplicada ao óleo diesel, majoritariamente usado por caminhões e ônibus. Em maio, o IBGE apurou recuo de 2,34%, sendo o quarto produto que mais puxou a inflação para baixo.</p>

<p>Em março, primeiro mês de guerra no Oriente Médio, o combustível subiu 13,9%. Em abril, 4,46%.</p>

<p>No diesel, a subvenção chegou a R$ 1,52 por litro pago aos importadores e R$ 1,12 aos produtores em maio.</p>

<h2>Frete ainda pesa</h2>

<p>Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados pelo IBGE, o de transportes ─ que inclui os combustíveis ─ foi o único que apresentou deflação em maio, ou seja, na média, ficou mais barato (-0,46%).</p>

<p>Apesar desse comportamento, o frete ainda pesou no mês e ajudou os alimentos a subirem 1,33%, sendo o maior impacto de alta no IPCA de maio (0,29 p.p.)</p>

<p>“O frete caiu, mas ainda está onerando o preço dos alimentos”, diz Gonçalves.</p>

<h2>Guerra e preço</h2>

<p>Iniciada no último fim de semana de fevereiro, a guerra dos Estados Unidos e de Israel ao Irã teve reflexos como ataques a países vizinhos do Irã também produtores de petróleo. Outra consequência foi o fechamento do Estreito de Ormuz, no Sul do Irã, que liga os golfos Pérsico e de Omã. Por lá, passavam antes da guerra cerca de 20% da produção mundial de petróleo e gás natural.</p>

<p>Com a cadeia logística em turbulência, a oferta do óleo cru e seus derivados diminuiu no mundo, levando à escalada dos preços. O barril do Brent, referência internacional de preços, saltou de US$ 70 para mais de US$ 100, atingindo picos ao redor de US$ 120.</p>

<p>O petróleo é uma commodity, isto é, mercadoria negociada a preços internacionais. Isso fez com que o encarecimento fosse sentido também no Brasil, mesmo sendo país produtor.</p>

<p>No caso do diesel, especificamente, o país não é autossuficiente, e precisa importar cerca de 30% do que consome.</p>]]></content:encoded>
<category>Economia</category>
<dc:creator>Bruno de Freitas Moura - Repórter da Agência Brasil </dc:creator>
<dc:publisher>Davi Arraz</dc:publisher>
<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 15:35:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Com Marta como embaixadora, Tesouro quer atrair mais investidores </title>
<link>https://www.peoplenow.com.br/noticia/com-marta-como-embaixadora-tesouro-quer-atrair-mais-investidores</link>
<guid isPermaLink="true">https://www.peoplenow.com.br/noticia/com-marta-como-embaixadora-tesouro-quer-atrair-mais-investidores</guid>
<description>Foco é título como o Tesouro Reserva, que já soma R$ 2 bilhões</description>
<media:content url="https://www.peoplenow.com.br/uploads/images/2026/06/com-marta-como-embaixadora-tesouro-quer-atrair-mais-investidores1781285772.jpg" medium="image">
<media:description type="plain">© Fernando Frazão/Agência Brasil</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>Ao completar um mês de seu lançamento, o Tesouro Reserva, novo título do Tesouro Direto voltado a pequenos investidores, já alcançou R$ 2 bilhões em aplicações. A informação foi passada hoje (12) à imprensa pelo secretário do Tesouro Nacional, Daniel Leal.</p>


<p>“O Tesouro Reserva é um sucesso. Já temos mais de R$ 2 bilhões investidos. Aumentamos também o número de investidores, que é parte dessa democratização.”</p>


<p>Lançado pela Secretaria do Tesouro Nacional, pela B3 e pelo Banco do Brasil, o Tesouro Reserva prevê rendimento indexado à taxa básica de juros (Selic). Outra novidade é que poderá ser negociado em qualquer hora do dia, todos os dias da semana. O foco é o pequeno investidor ou quem pretende montar reserva de emergência.</p>

<p>“O Tesouro Reserva está disponível a qualquer momento, é tecnológico, fácil e com R$ 1 você já consegue investir. Foi feito exatamente para atender todo mundo. E não tem volatilidade ou marcação a mercado, o que tira a percepção de que se poderia estar perdendo alguma coisa. Aqui, o investidor só vai ganhar”, destacou Leal.</p>

<p>Neste momento, a modalidade está disponível apenas para correntistas do Banco do Brasil, mas outros bancos deverão disponibilizá-lo em breve.</p>

<h2>Tesouro Direto</h2>

<p>Para estimular os investimentos nos títulos disponíveis do Tesouro Direto, como o Tesouro Reserva e o Tesouro Selic, a Secretaria do Tesouro Nacional e a B3 resolveram apostar em uma parceria com a jogadora de futebol Marta.</p>


<p>“A Marta é um ícone, um dos maiores ídolos que o Brasil já teve como atleta, pessoa e mulher. Isso vai ajudar a população, porque conseguir alavancar o Tesouro Direto vai naturalmente resultar em mais poupança e mais economia para as pessoas”, explicou Leal.</p>


<p>Considerada a rainha do futebol feminino e eleita seis vezes a melhor jogadora do mundo, Marta se tornou embaixadora do Tesouro Direto, em cerimônia nesta manhã na sede da B3, na capital paulista.</p>

<p>No evento, Marta ressaltou a importância da consciência financeira. "E isso para todas as áreas, não só no esporte. E não precisa ter muito, né? Com um realzinho a gente já consegue fazer as coisas aconteceram. Basta ter conhecimento, paciência, continuar trabalhando e, com certeza, entender que hoje você trabalha para ter a sua liberdade financeira no futuro.”</p>

<p>Lançado em 2002, o Tesouro Direto surgiu com o objetivo de democratizar o acesso aos títulos públicos, fomentar a formação de poupança e ser instrumento de educação financeira. Hoje, cerca de 3,4 milhões de pessoas investem nos títulos do programa – crescimento de 57% nos últimos cinco anos.</p>]]></content:encoded>
<category>Economia</category>
<dc:creator>Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Davi Arraz</dc:publisher>
<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 14:35:00 -0300</pubDate>
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<title>Instituições têm até 15 de junho para aderir ao Fies do 2º semestre</title>
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<description>Processo dever ser feito pelo endereço fiesgestao.mec.gov.br.</description>
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<media:description type="plain">© Arquivo Agência Brasil</media:description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Instituições privadas de educação superior têm até as 23 horas e 59 minutos desta segunda-feira (15) para aderir ao processo seletivo do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), referente ao segundo semestre de 2026.</p>

<p>O programa federal financia a graduação de estudantes matriculados em cursos presenciais não gratuitos em faculdades privadas e com avaliação positiva do Ministério da Educação (MEC).</p>

<p>Prioritariamente, o Fies beneficia estudantes que não tenham concluído o ensino superior e que não tenham sido beneficiados pelo financiamento estudantil.</p>

<h2>Adesão</h2>

<p>Desde 8 de junho, a adesão pode ser feita exclusivamente pelo Sistema Informatizado do Fies (SisFies), no módulo FiesOferta.  </p>

<p>As mantenedoras das faculdades privadas devem preencher, para cada curso, turno e local de oferta, as informações sobre: os valores das semestralidades escolares dos períodos que compõem a formação; a forma de reajuste do valor do curso financiado; e a realização de processo seletivo próprio.</p>

<p>Além disso, também deverão ser enviadas as propostas de oferta, observando a necessidade mínima de seis vagas por formação.</p>

<p>Conforme o edital deste processo seletivo (nº 40/2026), o termo de participação deverá ser assinado eletronicamente pelo representante legal da mantenedora da instituição de ensino.</p>

<h2>Enamed</h2>

<p>O edital desta segunda edição do Fies de 2026, prevê a aplicação de medidas cautelares para os cursos de graduação em medicina que tiveram resultados insuficientes no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) de 2025.</p>

<p>Entre as sanções, está a suspensão da possibilidade de celebrar novos contratos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e em outros programas federais, como o Programa Universidade para Todos (Prouni).</p>

<p>De acordo com listas publicadas em março no Diário Oficial da União, 99 cursos de medicina estão em situação de baixo desempenho no Enamed.</p>

<p>Os estudantes obtiveram conceito Enade nas faixas 1 e 2 – o que representa que menos de 60% dos estudantes concluintes nestas instituições apresentaram desempenho considerado adequado no Enamed.</p>

<h2>Fies</h2>

<p>Anualmente, o Fies faz dois processos seletivos regulares, um para o primeiro semestre e outro para o segundo semestre de cada ano letivo, além de processos seletivos para vagas remanescentes.</p>

<p>Para obter mais informações, o interessado pode entrar em contato com o MEC pelo telefone 0800-616161.</p>]]></content:encoded>
<category>Educação</category>
<dc:creator>Daniella Almeida - Repórter da Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Davi Arraz</dc:publisher>
<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 13:35:00 -0300</pubDate>
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<title>Bancos terão expediente especial em dia de jogos do Brasil na Copa</title>
<link>https://www.peoplenow.com.br/noticia/bancos-terao-expediente-especial-em-dia-de-jogos-do-brasil-na-copa</link>
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<description>Caso a partida se inicie às 14h, o encerramento do atendimento ao público será as 12h. No dia de jogo do Brasil às 16h, o fechamento será 14h.</description>
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<media:description type="plain">© Antonio Cruz/Agência Brasil</media:description>
</media:content>
<content:encoded><![CDATA[<p>Agências bancárias terão horário especial de atendimento ao público nos dias de jogos da seleção brasileira na Copa do Mundo. O horário de abertura será o habitual de cada agência, já fechamento dos locais será duas horas antes do horário de início do jogo.</p>

<p>Caso a partida se inicie às 14h, o encerramento do atendimento ao público será as 12h. No dia de jogo do Brasil às 16h, o fechamento será 14h. E caso a seleção entre em campo às 17h, as agências fecharão às 15h.</p>

<p>Já os horários de expediente dos postos de atendimento e das agências que funcionam em locais especiais, como shoppings e aeroportos, serão informados diretamente pelo estabelecimento, caso a caso.</p>

<p>Os canais digitais e remotos dos bancos, como internet e aplicativos, assim como as salas de autoatendimento, funcionarão normalmente nos dias de jogos da seleção brasileira, seguindo os horários estabelecidos por cada instituição.</p>

<p>O Pix, que funciona 24 horas todos os dias e feriados, poderá ser feito normalmente.</p>

<p>Em nota, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) explicou que a medida também busca conciliar o atendimento à população com a segurança operacional das agências e dos serviços de transporte de valores.</p>]]></content:encoded>
<category>Economia</category>
<dc:creator>Andreia Verdélio - Repórter da Agência Brasil</dc:creator>
<dc:publisher>Davi Arraz</dc:publisher>
<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 12:35:00 -0300</pubDate>
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</channel>
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